Com licenciamentos em dia e aplicando boas práticas ambientais em seu dia a dia, a empresa recebeu o Selo Verde, um certificado de destaque ambiental conferido pelo Jornal do Meio Ambiente, de São Paulo. read more →

A SINASC foi selecionada a receber o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde, entregue pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

A SINASC foi selecionada a receber o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde, entregue pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. read more →

04 ago 2016
agosto 4, 2016

Jornal Palavra Palhocense

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Sinasc é responsável pela fabricação e implantação da sinalização de trânsito vertical na cidade do Rio de Janeiro, sede da Olimpíada.

acessar o jornal

 

A Sinasc junto a Setran está testando um novo material para faixas de pedestres e ciclovias, visando aumentar a segurança de quem circula pela cidade. read more →

 

Moto partirá na frente de carros após a abertura do semáforo. Objetivo é evitar acidentes, diz companhia.

 

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implantou uma faixa exclusiva para a parada de motos em um cruzamento do Centro de São Paulo. O espaço fica entre a faixa de pedestre e o limite de parada dos carros. O objetivo é aumentar a segurança dos motociclistas para que eles possam partir após a abertura do semáforo antes que os carros e evite que as motos circulem entre os veículos.

A faixa de parada para motos é identificada apenas por sinalização horizontal. A companhia espera reduzir o número de acidentes. Segundo a CET, um terço das mortes no trânsito de São Paulo são de motociclistas.

Como mostrou o Bom Dia São Paulo desta quinta-feira (2), não há campanha informativa – um motociclista mostrado na reportagem não parou dentro do espaço exclusivo. Segundo a CET, a faixa das motos está em fase de teste e poderá ser estendida para outros cruzamentos da cidade.

Link para a reportagem completa: http://glo.bo/12sAeUM

Milhões de brasileiros pegam condução para o trabalho em pontos de ônibus caindo aos pedaços.  Por que, em tantas cidades, a manutenção é tão ruim? E se for montado um ponto de ônibus todo arrumadinho, será que os usuários vão cuidar bem dele?

Milhões de brasileiros usam os pontos de ônibus e sofrem com eles!

São Paulo, a maior capital do país, tem cerca de 19 mil pontos. Em um giro pela cidade, o Fantástico viu paradas de vários tipos. E alguns estragados.

“Não tem banco, não tem estrutura, sempre tem buracos por perto, acesso é difícil”, conta Gisele Aparecida dos Santos, professora de educação infantil.

Na Vila Brasilândia, na zona norte paulistana, o presidente da associação de moradores aponta mais um problema: “Lixo em todo canto. O muro arrebentado, que serve de armadilha para a prática de crimes”.

País afora, as reclamações se repetem. No Ceará, um morador enviou ao Fantástico imagens de um ponto,  à beira da estrada, em Morada Nova. “Seria um local para as pessoas se acomodarem e se sentarem, mas foi destruído por vândalos, que o quebraram”, ele conta.

Em Belém, faz sol o ano todo e chove quase todo dia. A maioria das paradas de ônibus não têm cobertura. E nos pontos de ônibus onde a prefeitura instalou as coberturas, também tem muita reclamação. Em um ponto, por exemplo, a estrutura foi montada em um trecho sem calçada, e há muito mato em volta. Muitos passageiros vão para a beira da pista para pegar os ônibus.

Em uma avenida de Teresina, o Fantástico encontrou situações opostas. De um lado, um ponto de ônibus com cobertura e banquinho, do outro lado, os usuários só contam mesmo com a ajuda dos vendedores ambulantes.

“Constrangedor, triste… A gente fica disputando lugar e sombra na barraca do senhor”, diz a vendedora Fabiana da Silva.

Cuiabá tem 2,5 pontos de ônibus, mas a maioria não tem abrigo para o passageiro se proteger da chuva e do sol forte. E alguns que têm o abrigo apresentam problemas.   Um deles é o campeão de reclamações. Parte da estrutura de ferro está ameaçando cair ao lado a fiação elétrica exposta.

“É difícil, não tem iluminação, quando chove aqui o pessoal fica todo tomando chuva”, reclama um passageiro.

Segundo o Ministério das Cidades, cada prefeitura é responsável por criar uma legislação para os pontos, de acordo com a necessidade local.

O professor de arquitetura Marcelo Barbosa analisou alguns pontos em São Paulo. “Não existe uma norma específica que defina que tem que ter um ponto. Tem as normas de acessibilidade, de ergonomia. Então, tem que ter uma cobertura eficiente contra os raios de sol e a incidência de chuva, tem que ter um assento bom, pode ser um banco mesmo. Tem que ter um piso adequado aos cadeirantes e portadores de deficiência visual. E tem que ter uma estrutura resistente para isso durar”, explica.

A capital paulista tem pontos em boas condições, com coberturas, bancos, alguns até com painel digital, que mostra quanto tempo falta para a chegada do ônibus. Mas são minoria. A prefeitura diz que para instalar um ponto como esses  analisa a demanda dos passageiros, além da estrutura e espaço das calçadas.

Alguns pontos velhos estão sendo trocados. Mas o modelo novo já sofre críticas. “Ele é bonito. Só que não é prático. Não protege que está esperando do sol”, diz uma jovem.

E que tal um ponto de ônibus com revistas, jornal, lixeira, copos descartáveis e água pra beber, lavar as mãos?

Ele existe em Campinas, interior de São Paulo. A iniciativa foi do professor aposentado Ahmed Atia El-Dash. Ele aproveitou o muro da casa que está construindo para o filho morar e mudou completamente o ponto feio e sujo, que também era alvo de vândalos.

“Foi surpresa, fiquei uns dias afastada e quando voltei estava lindo, maravilhoso”, diz Luci Pitoli da Silva, empregada doméstica.

“Lê uma reportagem, toma um copo de água, está limpo, claro, às vezes saio mais tarde também, era escuro e agora tem a luz”, diz Odinéia Santos, empregada doméstica.

“Faz quatro semanas, não tem uma gota de lixo no chão mais. Não quebraram nada”, conta o professor.

Será que a fórmula daria certo em uma grande capital? O Fantástico decidiu fazer o teste. Em um ponto de ônibus no Centro do Rio, colocamos flores, álcool gel para limpar as mãos, água, almofadas e até quadrinhos de decoração.

“Se durar uma hora é muito”, diz Paulo Roberto da Silva Soares, segurança.

Com uma câmera escondida, observamos as reações. Alguns ficaram desconfiados. Outros tiraram fotos. Mas teve gente que soube aproveitar o espaço. Durante as três horas que ficou montado, o ponto foi preservado.

“Muito bonito, uma coisa diferente, que poderia ser feita em todos os lugares”, analisa Rita de Cássia Ribeiro, assistente de vendas.

“Isso aqui é feito com dinheiro público, que sai do nosso bolso. Então a gente tem que cuidar como se fosse nosso, porque é nosso”, diz Patrick Martins de Araújo, fuzileiro naval.

viaFantástico – Blitz nacional encontra pontos de ônibus caindo aos pedaços.

 Conheça as soluções em mobiliário urbano da Sinasc

 

20 nov 2012
novembro 20, 2012

Revista Cidades do Brasil

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Implantação de ciclovia

A política de transportes urbanos, em particular a cicloviária, é essencial para estruturar soluções auto-sustentáveis para as áreas urbanas. Esse veículo, até o presente momento, não recebeu, no Brasil, o tratamento adequado ao papel que desempenha como meio de transportes, nas áreas urbanas.

Poucos eram os profissionais que se interessavam em conhecer ou estudar o fenômeno do uso da bicicleta, mesmo sendo ela o único veículo cuja aquisição é acessível a todas as classes sociais. Muitas são as vantagens da bicicleta sobre as outras alternativas de transporte. Ela contribui para a melhoria da saúde dos usuários, sem acarretar prejuízo ao meio ambiente; é um meio de transporte e um instrumento de lazer, ao mesmo tempo; não requer combustível e, energeticamente, é mais eficiente que os demais veículos.

A Sinasc, empresa catarinense especializada no setor, foi buscar na cidade de Colônia, na Alemanha, subsídios para a implementação de projetos cicloviários.

No desenvolvimento foi procurado, em primeiro lugar, melhorar as condições de segurança e conforto dos usuários que optam pela bicicleta como meio de transporte.

Isto pode ser constatado em Palhoça, na região de Florianópolis, que hoje tem a mais moderna ciclovia de Santa Catarina, implementada através de projeto da Sinasc.

Contando com duas pistas em sentidos contrários, acompanha, em seus 2.800 metros, o fluxo de veículos na Avenida Elza Lucchi, no centro da cidade.

Ciclovias são essenciais para

as soluções auto-sustentáveis

Para demarcação da área destinada aos usuários, foi utilizado um composto de tinta acrílica e cargas especiais visando maior aderência dos pneus ao asfalto. Em sua margem divisória com a pista de rolagem dos automóveis, foram colocados tachões monodirecionais amarelos com refletivos vermelhos, de conformidade com o CTB.

O espaço ainda conta com a instalação de controladores de velocidade, novo paisagismo e novos equipamentos urbanos como bancos e lixeiras.

viaRevista Cidades do Brasil.

CONCLUÍDA PRIMEIRA ETAPA DO PROJETO DE SINALIZAÇÃO TURÍSTICA DE BOMBINHASFORAM INSTALADAS 10 PLACAS DE SINALIZAÇÃO TURÍSTICA VIÁRIA NO MUNICÍPIOA implantação da primeira etapa do Projeto de Sinalização Turística de Bombinhas foi concluída na última quarta-feira 03/10. O projeto elaborado pela Via 11 Engenharia de Segurança Viária foi contratado pela Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico e pôde ser executado através de uma parceria com o Governo Federal, através do Ministério do Turismo e da Caixa Econômica Federal.No ano passado, a SINASC, empresa vencedora do processo licitatório, iniciou a implantação com a colocação de duas placas na Av. Leopoldo Zarling em Bombas. Nas últimas duas semanas, com o apoio da Secretaria de Planejamento e Regulação Urbana, através do Departamento Municipal de Trânsito, foram instaladas mais oito placas distribuídas nos bairros de Bombas, Canto Grande, Centro, José Amândio, Mariscal e Zimbros.O projeto contemplou, ao todo, o fornecimento e a implantação de dez placas de sinalização turística viária com dimensões de 3,00 x 1,50m, sustentadas em semipórticos, projetadas de acordo com as normas, regulamentos e sugestões do Código de Trânsito Brasileiro, DNIT, DEINFRA/SC, EMBRATUR e ABNT.Até o final do ano, Bombinhas deve receber mais 20 placas de indicação dos atrativos, através da execução de dois projetos paralelos de sinalização turística: do Consórcio Intermunicipal de Turismo Costa Verde & Mar – CITMAR e da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte – SOL.Foto: Equipe da SINASC realizando a instalação de uma das placas e a colocação finalizada da placa localizada em Canto Grande l Arquivos SETUR e SINASC Data de publicação: 05/10/2012 – às 16:12

viaPrefeitura Municipal de Bombinhas – CONCLUÍDA PRIMEIRA ETAPA DO PROJETO DE SINALIZAÇÃO TURÍSTICA DE BOMBINHAS.